7 Dicas para evitar que o capital de giro da sua empresa acabe!

7 Dicas para evitar que o capital de giro da sua empresa acabe

O capital de giro da empresa é o ponto de sustentação do equilíbrio financeiro dela. Quando bem administrado, ele ajuda a ter tranquilidade para atravessar períodos de instabilidade, poder de negociação com fornecedores e espaço para aproveitar oportunidades de mercado.

Por isso, esse recurso não deve ser visto apenas como dinheiro em caixa, pois se trata de um indicador estratégico. Afinal, ele reflete a saúde financeira do empreendimento e a capacidade que ele tem de manter suas operações estáveis. 

Portanto, é fundamental realizar um controle eficaz do capital de giro para evitar que esse montante acabe. Este conteúdo reúne 7 dicas sobre como fazer isso. Continue a leitura e confira!

1. Tenha um planejamento financeiro

O planejamento financeiro deve ser revisitado e ajustado conforme o mercado e o desempenho da empresa. Além de projeções de vendas e despesas, inclua nele variáveis como:

  • sazonalidades;
  • prazos médios de recebimento e pagamento;
  • impacto de investimentos futuros no caixa.

Trabalhe com múltiplos cenários no planejamento: um conservador, um realista e um otimista. Assim, é possível visualizar pontos de pressão e planejar respostas antes que problemas aconteçam. Isso inclui ações que vão desde renegociações de prazos até a busca por crédito estratégico.

Negligenciar esse nível de detalhamento no planejamento pode levar a situações desfavoráveis, como:

  • excesso de capital imobilizado em estoques;
  • despesas operacionais acima do previsto;
  • falta de liquidez em períodos críticos.

2. Controle o fluxo de caixa

O fluxo de caixa tem ligação direta com o capital de giro da empresa. Por essa razão, ele deve ser tratado com atenção diária. 

Porém, o controle vai além de registrar entradas e saídas. É importante antecipar momentos de estresse financeiro. Os relatórios mensais ou semanais podem oferecer essa visão macro. No entanto, é o acompanhamento contínuo que possibilita decisões ágeis.

Nesse caso, vale adotar ferramentas integradas de gestão, como ERP (Enterprise Resource Planning) e dashboards financeiros. Eles permitem visualizar indicadores como o ciclo de conversão de caixa (CCC) e a liquidez corrente.

Quando esses indicadores não são monitorados, a empresa corre o risco de tomar decisões com base em percepções subjetivas, em vez de dados concretos. Essa é uma atitude capaz de comprometer o capital de giro.

3. Negocie com fornecedores

A negociação com fornecedores visa construir parcerias que fortaleçam a estratégia financeira da empresa. Um prazo estendido de pagamento, por exemplo, pode ser tão ou mais valioso do que uma redução de preço, por liberar caixa para outras prioridades.

A diversificação da base de fornecedores é mais uma decisão vantajosa. Considere que se concentrar em poucos parceiros tende a aumentar o risco de ruptura no fornecimento ou perda de poder de barganha. Por outro lado, ter opções costuma promover flexibilidade e condições mais vantajosas.

É interessante avaliar o impacto tributário e logístico dessas negociações. Afinal, cada decisão nessa área tende a afetar diretamente a estrutura de custos. Por consequência, há um impacto no capital de giro da empresa.

4. Faça a gestão de prazos de pagamento e recebimento

O desalinhamento entre os prazos concedidos a clientes e os exigidos por fornecedores é uma situação que compromete a saúde financeira do negócio. Empresas que oferecem 60 dias para pagar, mas precisam quitar despesas em 30 dias, naturalmente, costumam ter pressão sobre o caixa.

Portanto, é necessário fazer um controle preciso dos prazos e compromissos do empreendimento. Como resultado, fica mais fácil oferecer condições de pagamento que não afetem o caixa ou organizar as finanças de maneira mais alinhada aos recebíveis, para não recorrer ao capital de giro.

Ao mesmo tempo, é válido incentivar a antecipação de pagamento. Isso pode ser feito por meio de descontos progressivos ou benefícios para clientes que quitam as dívidas antes do prazo. Ainda, procure renegociar continuamente com fornecedores para adequar os prazos ao ciclo de produção e de recebimento da empresa.

7 Dicas para evitar que o capital de giro da sua empresa acabe

5. Reduza custos desnecessários

Reduzir custos com inteligência significa eliminar ineficiências. Um bom caminho é começar por uma auditoria detalhada das despesas recorrentes. O foco é revisar contratos de serviços, logística, tecnologia e custos administrativos.

Indicadores como custo fixo por unidade produzida ou margem Ebitda (Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) ajudam a identificar pontos de atenção. Além disso, comparações de benchmarking com concorrentes ou médias setoriais fornecem uma referência externa sobre o que pode ser melhorado.

Vale ter atenção aos custos invisíveis. É o caso de processos burocráticos demorados, desperdício de insumos e baixa produtividade operacional. Eles impactam o caixa tanto quanto as grandes despesas. Logo, a otimização desses pontos pode liberar recursos para o capital de giro.

6. Formação de reservas

Criar reservas financeiras exige disciplina. Contudo, os resultados se refletem em maior resiliência. Ao direcionar um percentual do faturamento para esse fundo, a empresa se previne contra situações inesperadas, como a queda brusca das vendas ou o aumento repentino de custos.

Construir a reserva pensando em camadas de liquidez é ainda mais estratégico. Alguns exemplos de categorias são:

  • recursos de altíssima liquidez, disponíveis em até 24 horas, para emergências;
  • reservas de curto prazo investidas em ativos conservadores;
  • lucros excedentes alocados em ativos de médio prazo, preservando a segurança.

Essa estrutura evita que imprevistos comprometam as operações fundamentais. Assim, a empresa não se vê obrigada a recorrer ao crédito emergencial em condições desfavoráveis.

7. Acesso a linhas de crédito estratégicas

O ideal é que o crédito seja tratado como um recurso de planejamento, não uma saída de emergência. Desse modo, é importante cultivar bons relacionamentos com instituições financeiras e consultorias especializadas em antecipação de recebíveis.

Um exemplo é a North, que atua na estruturação de soluções adequadas ao perfil e às necessidades da empresa — como Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs).

Os FIDCs são uma opção a considerar porque permitem transformar recebíveis em liquidez imediata, sem recorrer a linhas de crédito bancárias tradicionais. Essa estrutura fortalece o fluxo de caixa, dá previsibilidade financeira e protege o capital de giro da empresa.

Outro ponto estratégico é manter uma estrutura de crédito pré-aprovada, mesmo quando não há necessidade imediata. A prática garante agilidade para aproveitar oportunidades de mercado e possibilita negociar condições mais favoráveis em períodos desafiadores.

Manter o capital de giro da empresa saudável é um fator decisivo para a sustentabilidade e a competitividade. As 7 dicas que você aprendeu contribuem para proteger o negócio contra riscos de liquidez e abrem espaço para o crescimento sustentável.

Quer entender melhor como funcionam os FIDCs? Entre em contato com a North e descubra como antecipar recebíveis e proteger o capital da sua empresa!

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